quinta-feira, 8 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
COMPREENSÃO
Onde será que esconderam a compreensão? Como é que um sentimento tão nobre e importante para o crescimento interno de cada um pode ser deixado de lado?
Infelizmente, o que vejo hoje em dia são as pessoas cada vez mais individualistas. Os verbos são conjugados somente na primeira pessoa do singular.
- “Eu quero”
- “Eu preciso”
- “Eu penso assim” …
O que aconteceu com o “nós”?
A vida não é isso. Isso não é crescer. Isso é retroceder!
A vida é união. É diálogo. É dividir.
Compreender é aceitar o outro sem julgar, prejulgar ou criticar.
É ouvir o silêncio. É estar presente.
Talvez a compreensão esteja tão em falta porque o ato de compreender está ligado ao ato de renunciar.
Muitas vezes temos de renunciar a certas coisas para acolher e estender a mão para aquele que precisa. Essa é a mais nobre das compreensões!
Compreender o que supostamente é incompreensível é para poucos. Mas de extremo valor.
Compreender o sorriso é fácil, mas compreender as lágrimas requer amor no coração.
Compreender é oferecer solidariedade. É estender a mão. É dar “colo”.
Compreender é ouvir. É ajudar e não cobrar nada em troca.
É olhar nos olhos do outro e passar a confiança necessária.
É a sinceridade e a lealdade em primeiro lugar.
A compreensão é um sentimento incondicional.
É preciso resgatar essa compreensão adormecida nos corações. Deixar o egoísmo e a individualidade no armário e deixar aflorar o ato de compreender o outro.
ACEITAR!
Esse é o maior dos amores.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Diferença

Como diz Carlos Drummond de Andrade - "Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar."
J: Mãe, o josé tem problemas na cabeça?
Mãe: Não...
J: E eu...????
Mãe: Tu também não!?
J: A S. disse que eu tinha problemas na cabeça...
Mãe: O único problema que tu tens na cabeça, é estar apaixonado pela B.!!!:)
J: ah... então é isso!
♥♥♥
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Porque avaliar? Para que avaliar? O que avaliar? Como se avalia?
Porque avaliar? Para que avaliar? O que avaliar? Como se avalia?
A peça fundamental neste processo é o professor. E é importante para nós pais, para termos uma noção do seu crescimento social, motor e individual. Esta avaliação vai permitir trabalhar com a criança de forma a aprimorar as habilidade que não estão tão bem dominadas.
Não é fácil avaliar, principalmente crianças com necessidades educacionais especiais. Acho que é nesta altura que os professores colocam à prova as suas capacidades, como ponte para o conhecimento. Mas temos que levar em conta uma questão – crianças com necessidades educacionais especiais têm as suas limitações e apenas devem ser avaliadas dentro das suas possibilidades! Não acompanham o mesmo ritmo da turma e por isso não devem ser comparadas, mas sim ter a sua avaliação diferenciada.
Não podemos esquecer que têm os mesmos direitos e existe um compromisso de as preparar da melhor forma possível para uma vida autónoma e com qualidade. Precisam de ser independentes e também preparados para o mercado de trabalho, mas tem de ser feito com cuidado, para não traçar objetivos muito elevados que podem levar à frustração.
Na nossa ultima consulta de desenvolvimento, saí a refletir todos estes pontos.
Gosto muito da expressão da Drª I.P – de desenvolvimento que diz:
- Tem dificuldades em matemática? Não sabe somar? Não consegue contar a tabuada em conjunto com a classe? – É para isso que existem as máquinas de calcular!
O mais importante é o que consegue aprender e valorizar a aquisição desse conhecimento. Avaliar as situações de aprendizagem que foram oferecidas e como elas foram aproveitadas. A partir daí planear outras atividades que enriqueçam e promover novas conquistas a partir do que foi aprendido.
Todo este trabalho tem de ser em conjunto com todos para que não sejam prejudicados no processo de aprendizagem. E só com este trabalho em conjunto será possível alcançar o sucesso na aprendizagem.
CONCLUSÃO:
Valorizar as conquistas!
domingo, 6 de novembro de 2011
Estrabismo - óculos novos
Estrabismo é um defeito no alinhamento dos olhos, ou seja, eles apontam para diferentes direções. No caso do João, para dentro – convergente.
‘Quando a visão binocular é normal (os dois olhos funcionam juntamente) ambos os olhos focalizam o mesmo alvo. A parte visual do
cére
bro funde as duas imagens numa imagem tridimensional única. Quando um olho desvia, como ocorre no estrabismo, duas imagens diferentes são enviadas ao cérebro. Em crianças, o cérebro aprende a ignorar a imagem do olho mal alinhado e vê somente a imagem de um olho. Isto causa perda da percepção da profundidade e da visão binocular.
Adultos que desenvolvem estrabismo frequentemente têm visão dupla, pois o cérebro já está treinado a receber imagens de ambos os olhos e não consegue ignorar a imagem do olho desviado.’
Os óculos ajudam a reduzir o esforço da focalização e podem endireitar os olhos. Ás vezes, óculos bifocais são necessários para o trabalho de perto. Colírios ou lentes especiais, chamadas prismas, também podem ser usados para endireitar os olhos.
Com o João a crescer, foi necessário adaptar os óculos! A nova aquisição!
Inicialmente azuis escolhidos pela mãe e depois a ‘guerra’ com o João que tinham de ser os pretos, iguais a um amigo da escola.
Surgem os vermelhos...! Lindos no seu rosto, divertidos e de acordo com a sua personalidade; mas o João não queria. Até porque o João é do Sporting. Mas nada como uma boa estratégia:
- João, com os vermelhos, consegues conquistar qualquer menina! Consegues as namoradas todas que quiseres.
- De repente oiço o Joãozinho:
- Sra. quero levar os vermelhos!







